29 outubro 2006

Tu me Chamas

Em momentos de delícia, Extática, embevecida, Numa voz, toda carícia, Tu me chamas: "Minha vida!" Sentira, à frase tão doce, Exultar-me o coração, Se a nossa existência fosse De perpétua duração. Levam-nos esses momentos Ao fim comum dos mortais. Ou não saiam tais acentos Dos lábios teus nunca mais, Ou, mudando a frase terna, "Minha alma", podes dizer. Pois a alma não morre; eterna Qual meu amor, há de ser.

Canção, parodiada do português por Lord Byron. Tradução de João Cardoso de Menezes e Souza (Barão de Paranapiacaba).

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